sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Criança de rua

E a criança de rua
Vive muito maltratada
Os seus pais sem coração
Em deixar abandonada
Vive pedndo na rua
Dormindo pelas calçadas

Vive largado  na rua
Andando de pé no chão
Na hora que vai dormir
A cama é um papelão
E vive revirando o lixo
Pra ver se encontra pão


Entra no mundo das drogas
Por falta de opção
Começa bater canteira
Como futuro ladrão
Levando craque da biqueira
Seu apelido é avião

Não sabe ler e nem escrever
E nem conseguir estudar
Quando encontra um viaduto
Faz-lhe uma casa para morar
As roupas sujas e imundas
E nem procura se banhar

As nossas grandes cidades
Trava uma luta perdida
Pelas mães irresponsáveis
Que nos deixa sem saída
Colocando filho no mundo
Para viver nessa vida



Nunca ganho carinho
Que os pais não conheceu
Esta jogando na rua
Qual é o direito seu
E o seu primeiro pecado
Foi o dia em que nasceu

O menino de rua
Vive sofrendo bastante
Leva bronca das pessoas
E grito dos vigilantes
E Carrera da policia
E ordem dos traficantes

Para nossas ruas esta limpa
Sem criança abandonada
Precisava que os políticos
Fizesse lei aplicada
Que casal só tivesse filho
Com a vida estabilizada

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Carnaval de São Paulo 2012

O carnaval de São Paulo
Foi feito com alegria
A mulherada sambando
Ao som da bateria
E no dia da apuração
Foi a maior baixaria


No palco do Anhembi
As notas foram apurar
Umas escolas perdendo
Com medo de rebaixar
Pularam em cima da mesa
E jogaram as fichas no ar

E alguns dos integrantes
Se sentiram ameaçados
Pegando as fichas das notas
Escrita pelo jurado
E a policia muito rápido
Levaram eles algemados

Começou o corre corre
No meio da confusão
Nisso surgiu a policia
Com o cacete na mão
Como é que vão fazer
Para ver quem foi campeão

Para ser fazer um desfile
É um trabalho pesado
Começa uma correria
Nos barracões animado
E depois de tudo isso
Ninguém quer ser derrotado


O fato que aconteceu
Eu fiquei aborrecido
Espero que a justiça
Deixe isto esclarecido
Para nos próximos carnavais
Isto não ser repetido

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O caso de Eloá

Eloá uma moça linda
No começo da idade
Namorou com Lindemberg
Pra sua infelicidade
Que ele tirou sua vida
Um poço de crueldade

Ela estava com os amigos
Fazendo as suas lição
Nisso entrou Lindemberg
Com duas arma na mao
E depois de cinco dias
Deixou-a sem vida no chão

A imprensa brasileira
Cumpria a obrigação
E a policia reunida
Para uma negociação
Ele matou a moça
Um homem sem coração

Ele fala para o mundo
Que tinha um amor sincero
E a policia tentava
Acabar com este mistério
Ele foi para a cadeia
E ela para o cemitério

Ele saiu algemado
Direto para a prisão
E a justiça se prepara
Para sua condenação
E a mãe de Eloá
Não entende esta traição

Depois de cinco dias
O jovem se rebelou
Com duas armas em punho
Na moça ele atirou
Deixando uma ferida
E a outra ele assassinou

Eloá está com Deus
Morando na eternidade
E a sua mãe e a família
Ainda chora de saudades
E ela vive com os anjos
Cheia de felicidade

Lindemberg foi julgado
Mais não estava nos seus planos
Quem sabe se ele não aprende
A respeitar o ser humano
Que teve a condenação
De noventa e oito anos

Eloá está no céu
Com os anjos do senhor
Lindemberg esta em Tremembé
Porque ele assassinou
Vai pagar por doze crime
Que a justiça condenou




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Enchente

Eu fico imaginando
Mais não é suficiente
Muitas pessoas morrem
E outras ficam doentes
E se torna uma vitima fácil
Toda época de enchente

A água arrasta carro
E alaga a avenida
Derruba casas e prédios
Tirando do povo a vida
E o pobre fica largado
Em um beco sem saída

A enchente quando vem
Já entra nas construção
Deixa um mal cheiro no ar
E muito lixo no chão
Acaba os moveis dos pobres
só sobra a destruição

a enchente quando vem
assusta a população
faz presesa na cidade
destrói a plantação
fecha o transito da cidade
e o trafico de avião

e quando passa a enchente
já começa a passar mal
já pega vassoura e balde
para limpar o lamaçal
e junto surge a doença do rato
e isto nunca foi legal

os hospitais estão lotado
com muita gente doente
uns vive no quarto sozinho
e outros com parentes
é a vitima das águas suja
e da sujeira das enchentes

para se falar em enchente
precisa de um estudo
que os políticos brasileiros
sempre faz papel de mudo
que o pobre diz eu não tenho
mais com a enchente perde tudo

os políticos faz promessa
nas épocas de eleição
que vai desintupi bocas de lobo
com a construção do piscinão
sociedade é culpada
porque joga lixo no chão

Enchente

Eu fico imaginando
Mais não é suficiente
Muitas pessoas morrem
E outras ficam doentes
E se torna uma vitima fácil
Toda época de enchente

A água arrasta carro
E alaga a avenida
Derruba casas e prédios
Tirando do povo a vida
E o pobre fica largado
Em um beco sem saída

A enchente quando vem
Já entra nas construção
Deixa um mal cheiro no ar
E muito lixo no chão
Acaba os moveis dos pobres
só sobra a destruição

a enchente quando vem
assusta a população
faz presesa na cidade
destrói a plantação
fecha o transito da cidade
e o trafico de avião

e quando passa a enchente
já começa a passar mal
já pega vassoura e balde
para limpar o lamaçal
e junto surge a doença do rato
e isto nunca foi legal

os hospitais estão lotado
com muita gente doente
uns vive no quarto sozinho
e outros com parentes
é a vitima das águas suja
e da sujeira das enchentes

para se falar em enchente
precisa de um estudo
que os políticos brasileiros
sempre faz papel de mudo
que o pobre diz eu não tenho
mais com a enchente perde tudo

os políticos faz promessa
nas épocas de eleição
que vai desintupi bocas de lobo
com a construção do piscinão
sociedade é culpada
porque joga lixo no chão

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Nordeste de antigamente

Nordeste de antigamente
Era muito sofrimento
Para o pobre e para a cidade
O transporte era um jumento
Vivia noventa anos
E não tirava um documento

A nordestina antigamente
Batalhava a vida inteira
Cuidando da filharada
Descendo e subindo ladeira
Nunca fez um prenatal
E só confia na parteira

O nordeste era dominado
Pelos grandes coronéis
Tinha as suas próprias leis
E mostrava seu papel
Um poço de ignorância
Um ser humano cruel

Nordestino trabalhava
Nunca pegava em dinheiro
E vivia assustado
Comendo dos cangaceiro
E as vezes perdia o sitio
Para o grande fazendeiro

Ele nascia e morria
Ate na zona rural
Como se fosse um bicho
Trancado em um curral
E os políticos da época
Achava isto legal

As crianças nordestinas
Na época não estudava
A partir dos sete anos
Na roça já trabalhava
Seus pais não tinham estudo
Também  não incentivava

Sua caneta era a inchada
E o seu caderno era o chão
E a roupa remendada
Com a linha de algodão
Vivia sobre ameaça
Com as ordens do seu patrão

O nordeste de antgamente
Eu lembro toda semana
Onde os colchão era feito
Com a palha da banana
E remédio para gripe
De casca de emburana

É um povo hospitaleiro
Do mais puro sentimento
Uma vida de pobreza
Mais de um bom comportamento
E os noivos só faz amor
Bem depois do casamento

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

CARNAVAL

Esta chegando o carnaval
É uma grande folia
Fazendo carro alegórico
E aquecendo as baterias
E as escolas investindo
Em um mundo de fantasia


Tem a comissão de frente
E a ala das baianas
Mestre de sala e porta bandeira
Treina a varias semanas
E La no rio de janeiro
E na cidade paulistana

As escolas escorando
Fruto da imaginação
E o chefe da bateria
Com o apito na Mao
Os foliões vão dançando
E com capricho levantando
Aplausos da multidão

Nos barracões trabalhando
Planejando fantasia
Muitas cabeças pensando
Coisas bacanas se cria
Passa o ano inteiro criando
Para mostrar um único dia


É uma festa esperada
A cada todo segundo
Onde o povo canta e dança
Com um sentimento profundo
Que o nosso carnaval
É um dos mais belos do mundo

Cidade maravilhosa
Que do samba sente o cheiro
La na Sapucaí
O povo faz paradeiro
Onde surge a campeã
Do rio de janeiro

É no Anhembi
Que o brilho vai surgindo
As escolas desfilando
E o povo aplaudindo
E a grande campeã
O troféu vai assumindo

Salvador são os trens elétricos
Que arrasta a multidão
Recife já é o frevo
Que domina aquele chão
Porque a festa maior
De toda a nossa nação

No meio da avenida
Toda a escola desfilando
E a equipe de jurado
Sua nota aplicando
E quando sai a campeã
Já fica comemorando

Rainha da bateria
Geralmente é uma atriz
Fica cantando e sambando
Se sente muito feliz
E conseguindo carinho
De todo o nosso país

O que eu não acredito

as coisas que eu não acredito
eu vou colocar no papel
quem ja traiu uma vez
vem dizer que é fiel
quem incentiva criança
esperar papai noel


gente que tem dinheiro
vive passando fome
e quem tem uma criança
nega o seu sobrenome
e jamais acreditei
que existe lobisomem




eu não creio em despacho
morto que saia do masolé
que venha gente andando
de brasilia a jegue
que boto na amazonia
esta engravidando mulher


nao acredito que politico
va cumprir o seu papel
o melor para os megros
nao foi princesa isabel
e crente fanatico e besta
dizendo que esta no céu


nao acredito em cegonha 
no dia do nascimento
quem fala que santo antonio
promovia casamento
sera que existe outra vida
depois do falecimento




nao acredito em vampiro
como diz a população
com os dentes esquisito
apontando para o chão
vive chupando pescoço
como fala a tradição


eu não acredito em visage
que vem falar coim alguem
pessoas que manda carta
que escreveu la do alem
e quem fala que a bebida
nao esta matando ninguem


nao acredito em machumba 
tambem em reencarnação
pessoas que vive apriontando
e diz que é opbra do cão
mulher que mata o marido
com a disculpa de paixão

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Big Brother Brasil

Este tal de BBB
Que se passa hoje em dia
Invadindo as nossas casas
Como a globo queria
Para dar a audiência
Com uma grande baixaria

A falta de atividade
Da nossa televisão
Mostra esta baixaria
Para nossa população
E o povo vive assistindo
Por falta de opção

 A globo com seu programa
Acha que faz brincadeira
Pessoas querendo fama
Promovendo bebedeira
Isso sim é uma vergonha
Para a cultura brasileira

Desfile com roupas intimas
Rola sexo o tempo inteiro
Na luta pela liderança
É o maior desespero
Dizem que já teve estupro
Na ganância do dinheiro

O seu apresentador
Ainda chamam de guerreiros
Tomando banho de piscina
Faz esporte o tempo inteiro
E os grandes empresários
Gasta rios de dinheiro

Dizem que tem ate pedofilo
Não esta faltando mais nada
Gente bebendo e fumando
Naquelas festas animadas
E as mulheres tirando foto
Para a revista pelada

Vive montando grupinho
Co mais baixo escalão
Querendo a liderança
Para não ir para o paredão
Querem ganhar carro e moto
E levar os 2 milhões

Guerreiro são os homens
Que trabalha em construção
As mulheres diaristas
Que vive limpando o chão
Para ganhar uma mixaria
E vem para casa de busão

Quando é final de semana
São poucas atividades
Esse tal de big Brother
É uma imoralidade
É imoral para as crianças
E gente da terceira idade

TV não mostra cultura
Que é feita com alegria
Mais tem este reality show
Que é uma baixaria
Casal bêbado se agarrando
Isto é uma pornografia

Quando é no fim da festa
O quanto eles bebeu
Depois que amanhece o dia
Não sabe o que aconteceu
Teve ate um caso de estupro
Que ate hoje não resolveu

Existe ator e atriz
No retiro dos artistas
Esse tal de BBB
É ruim a perder de vista
Porque não investir no cordel
E nos poeta repentista