quarta-feira, 27 de junho de 2012

Assim você mata o papai

1 Assim você mata o papai

Sua danada faceira

Eu fico aqui na bebedeira

Tem medo de infartar

Isso não é brincadeira

2 Assim você mata o papai

Com seu anda rebolando

Sua roupa provocante

As coisas tudo mostrando

Teha de mim compaixão

Que eu não estou mais suportando

3 Assim você mata o papai

Minha gata carinhosa

Seu cabelo tem cheiro

Como se fosse uma rosa

E a tarde junto contigo

Se torna mais calorosa

4 Assim você mata o papai

Minha deusa nordestina

Com esta pele macia

Parecendo uma menina

Este corpo tão belo

Foi feito pela mão divina

5 Assim você mata o papai

Nas praias do litoral

E os homens tudo gritando

Eita que corpo legal

E velho de 80 anos

Já começa passar mal

6 Assim você mata o papai

Brilhando nas avenidas

E eu seguindo os seus passos

Por toda a nossas vida

E as mulheres ciumenta

Te chama de oferecida

7 Assim você mata o papai

Minha deusa encantada

Minha esposa, minha amiga

Minha eterna namorada

Parece a estrela dávi

Que brilha nas madrugadas

8 Assim você mata o papai

Minha gata brasileira

Este andar provocante

Já tornou-se brincadeira

E vive mexendo com os homens

Que mora nesta ribeira

9 Assim você mata o papai

De mim não tem compaixão

Quer que eu ponha uma aliança

Em uma de suas mãos

E me levar a igreja

Para o padre dar a benção

10 Assim você mata o papai

Muito tem me provocado

Brinca com os meus cabelos desbotados

E não sei o que fazer

Estou ficando revoltado

O que Deus faz e o diabo destrói

1 Deus fez o casamento

Também fez a união

O diabo fez o divórcio

Junto com a separação

E o diabo fez o pecado

E Deus fez o perdão

2 Deus fez o progresso

Pra este mundo avançado

E o diabo fez a cardeneta

E depois veio o fiado

Deus fez a floresta

E o diabo fez o machado

3 Deus criou os pássaros

Para viver na campina

E o diabo fez a maconha

Em seguida a eroína

Deus fez a igreja

E o diabo a cocaína

4 Deus criou o ser humano

Trazendo a sua aparência

E o diabo criou a guerra

Trazendo a violência

E Deus fez a saúde

E o diabo a doença

5 Deus fez a juventude

E o diabo fez a velhice

deus fez a inteligencia

E o diabo fez a burrice

Deus criou o cabelo

E o diabo a calvice

6 Deus criou o tempo

Para orar o tempo inteiro

E o diabo fez o cassino

A onde perde o dinheiro

E Deus criou a paz

E o diabo o desespero

7 Deus fez a terra e o ar

E água do oceano

O diabo fez as drogas

Vem crescendo a cada ano

E o diabo fez a miséria

E Deus proteje o ser humano

8 Deus fez o sol e a lua

Pra brilhar no infinito

E o diabo só faz bobeira

E tenta ganhar no grito

E o que ele faz é horrivel

E o que Deus faz é bonito


A tecnologia

1 Chegou a tecnologia

Para o bem de toda a nação

Metrô anda debaixo do chão

Desce gente e sobe gente

Em todas as estação

2 Chegou a tecnologia

A têndencia é melhorar

As ruas estão lotadas

Com os carros popular

Com telefone sem fio

E veio agora o celular

3 Chegou a tecnologia

Para ajudar o ser humano

Temos várias faculdades

E os seus projetos criando

E já estão tirando petróleo

No fundo do oceano

4 Chegou a tecnologia

Como todo mundo diz

Ficaram o computador

E eu me sinto muito feliz

Meus trabalhos sendo lindo

A média de 10 país

5 Chegou a tecnologia

Para ajudar a região

Fizeram o rádio de pilha

E depois a televisão

depois o Santo Dumond

Iventou o avião

6 Chegou a tecnologia

E me chama ,uita a atenção

Nos grandes hospitais

Tem varios cirurgião

Já estão fazendo transplante

De fígado e coração

7 Chegou a tecnologia

È bom que o povo aproveita

Fabrica avião

Existi uma caixa preta

Já estão fazendo cronagem

E menino de proveta

8 Chegou a tecnologia

Vê se você não confunda

Navio parece um prédio

Anda nas águas profunda

Com milhares de pessoas

E o danado não afunda

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Luzinete

1 Fui no centro da cidade

Doeu meu coração

Com uma menina mal trapilho e de pé no chão

Me pediu uma moeda

E contou a situação

2 Eu não conheci meu pai

E minha mãe é falecida

Viciada em droga

Se afundou na bebida

Morreu e me deixou na rua

E esta é minha vida

3 Chamava de Luzinete

O nome desta criança

Foi deixada na rua

No começo da infância

Não tem casa e nem escola

O minimo de esparança

4 Seu pai é desconhecido

Tem esta vida sofrida

Só tem o carinho da lua

Nesta rua sem saída

Eu durmo e vivo sonhando

Com a minha mamãe querida

5 Seus olhos só tem tristeza

E muita nescessidade

Comendo resto do lixo

Sem nenhuma qualidade

E quando fala da mãe

Ainda chora de saudade

¨6 As vezes eu peço a Deus

Uma casa pra morar

O carinho dos meus pais

E cama pra descançar

Viver com dignidade

Com direito de estudar

7 Ela chorava e dizia

Eu confesso para o senhor

Que esta vida difícil

Pra mim é o maior horror

Tem gente que tem de tudo

E não consegue dar valor

8 De ter uma vida digna

Isto está bem distante

Político só pensa em si

E ignora o semelhante

Eu só tenho grito da polícia

E os esc arro dos passante

9 Quando é dia das crianças

Nunca ganhou um presente

Devido o grande despreso

Estragado todos os dentes

Ela disse assim seu moço

Eu já sofri o suficiente

10 Devido o mal trato

As vezes a matéria gela

Crianças vive feliz

Entrando em uma janela

Fiquei de coração partido

E nunca mais eu me encontrei com ela

Se vendesse a mocidade

1 Se vendesse a mocidade

Eu compraria com certeza

Eu ouvi os passos

E passear na natureza

E curtir o ano inteiro

As praias de fortaleza

2 Se vendesse a mocidade

Eu comprava com razão

Usava talão de cheque

Ou meu próprio cartão

Ou comprava no carnê

Dividindo em prestação

3 Se vendesse a mocidade

Com certeza eu iiria comprar

E eu me tornava jovem

E a velhice ia espantar

Financia em vários anos

Como as casas popular

4 Se vendesse a mocidade

Eu comprava no momento

Voltava aos 18 anos

Com todo conhecimento

E esta transformação

Vinha com a foça do vento

5 Se vendesse a mocidade

Em algumas lojas do centro

Eu pagava em vários anos

Igual um apartamento

Jurava fidelidade

Como em qualquer casamento

6 Se vendesse a mocidade

Eu fazia um sacríficio

Eu pegaria a vlhice

E nela dava um sumiço

E a doença e a velhice

Eu jogava no lixo

7 Se vendesse a mocidade

Eu comprava na internet

Eu ficava novinho em folha

Eu ia pintar o sete

Ia lá na rede globo

Conhecer as empreguetes

8 Se vendesse a mocidade

Eu comprava com louvor

Investir uma grana

Nesta fonte de valor

Só assim tinha um retorno

De um homem tabalhador

9 Se vendesse a mocidade

Comprava sem pensar nada

Ia jogar futebol

Junto com a criançada

E assistir as empreguetes

Eita moças animada

10 Se vendesse a mocidade

A fila seria imenssa

Pra chegar ao vendedor

Exigia paciência

Depois dela comprada

Já tinha a recompensa

 

 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Gabriela

1 Gabriela uma mulher

Surgiu na televisão

Sua pele bronzeada

Rebentando coração

E lá na terra baiana

Com a sua aceitação

2 Está história foi escrita

Pelo escritor Jorge Amado

Um livro todo curioso

Por ele foi programado

E os leitores brasileiros

Muito tem admirado

3 Gabriela tem uma cena

Que ela sobe no telhado

Pra recolher animal

Que estava desesperado

E os homens da bahia

Fica tudo apaixonado

4 Jorge Amado é nordestino

Um bahiano de verdade

Pegou caneta e papel

E mostrou suas qualidades

Seu trabalho é divulgado

Em todas as faculdades

5 Gabriela demonstrava

Como era o seu papel

O seu cabelo tão lindo

Comprido como o véu

E deixava apaixonado

Fazendeiro é coronel

6 Com uma flor no cabelo

Para chamar a atenção

E se banhando no lago

Com as suas próprias mãos

E deixa desconcertado

Os homens da região

Avenida brasil

1 Carminha pegou o filho

E deixou lá no lixão

Foi morar com o pai da Rita

Vivia na traição

E aplica um sete um

E se casou com Tufão

2 Rita foi adotada

Pelo casal da argentina

E ela trocou de nome

Agora se chama Nina

E agora voltou desposta

A se vingar da assassina

3 Mãe Lucinda e o Niro

Continua no lixão

De vez em quando tem uma briga

Devido a situação

E no mundo da reciclagem

Eles defende seu pão

4 Ela vive na mansão

Fingindo ser educada

Namora com Max

Em uma grande palhaçada

Passando Tufão para traz

E ele não sabe de nada

5 Cadim estava feliz

Com a sua vida agitada

Enganou duas esposa

E mais uma namorada

E foi expulso de casa

Com a roupa toda rasgada

terça-feira, 12 de junho de 2012

Chica do fundão e Mané cuia

1 Peguei caneta e papel

Usei a imaginação

Pra falar de uma criatura

Que nasceu lá no sertão

Que hoje ela é conhecida

Como Chica do fundão

2 Tem um mal hálito danado

Que eu não sei como ela aguenta

Os olhos é vermelho

Parece duas pimenta

Nasceu uma berruga imensa

Na ponta da sua venta

3 Além de falar fanhosa é gaga

Não sei o que ela dizia

Tem um caroço nas costas

Parece uma melancia

Essa é a Chica do fundão

Todo o seu dia-a -dia

4 Chica quer se casar

Um marido ela procura

Os homens fica assustado

Com a sua péssima figura

Parece mesmo uma macaca

Com um cordão na cintura

5 Ai surgiu mané Cuia

Um sujeito mal desenhado

Andando de pé no chão

O chapéu todo rasgado

A calça no meio da canela

E a bunda torta pro lado

6 Mané barrigudo

Sujeito muito esquisito

E ele fala berrando

Como se fosse um cabrito

As pernas finas e tortas

Parece mesmo um cambito

7 E aí conheceu Chica

E começaram a namorar

Depois de algum tempo

Resolveram a se casar

O casamento esperado

Por todo desse lugar

8 E o povo reunido

Na hora do casamento

Chegou Chica e mané Cuia

Montado em um jumento

E o padre assustado

Na hora do casamento

9 Depois dos dois

casados

Já deu uma confusão

Os noivos foram se beijar

Como manda a tradição

E a dentadura do dois

Na hora caiu no chão

10 Chica com o vestido branco

Que cubriu o mocotó

Tinha no altar o São Cristão

Também o padre totó

E mané estava de gravata

Igual juda de paletó

 

 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Dias dos namorados

1 Quando eu encontro contigo

Eu sinto uma sensação

Cabeça fica no ar

E força a imaginação

As mãos começa a sua

E sinto os pés alto no chão

2 Quando eu me encontro contigo

Eu te abraço o tempo inteiro

Esqueço os meus compromisso

E deixo de ganhar dinheiro

E quando chega a sua ausência

Eu entro em desespero

3 Quando eu me encontro contigo

Eu não me sinto sozinho

Você abraça e me diz

Venha pra cá meu benzinho

E nossa vida se mistura

Seguindo outros caminho

4 Quando eu me encontro contigo

Eu começo a imaginar

Seguro nas tuas mãos

E não consigo falar

E transmito os sentimentos

Até com simples olhar

5 Quando eu me encontro contigo

Já é o suficiente

Meu corpo se aquece ao seu

Surgindo uma chama quente

Eu agradeço aos anjos

Que você é o meu parente

6 Quando eu me encontro contigo

Nós pegam,os a converssar

O papo vai se estendendo

Não tem hora pra parar

Pra não se incomodado

Eu desligo o celular

7 Quando eu me encontro contigo

Me sinto no paraíso

Você correndo me abraça

Me mostra um lindo sorriso

Eu fico com esta cena

Gravado no meu juízo

8 Quando eu me encontro contigo

Nas festas de São João

Se esquentando na fogueira

Tomando vinho com quentão

E aquelas noites lindas

Com a brisa do sertão