1 Assim você mata o papai
Sua danada faceira
Eu fico aqui na bebedeira
Tem medo de infartar
Isso não é brincadeira
2 Assim você mata o papai
Com seu anda rebolando
Sua roupa provocante
As coisas tudo mostrando
Teha de mim compaixão
Que eu não estou mais suportando
3 Assim você mata o papai
Minha gata carinhosa
Seu cabelo tem cheiro
Como se fosse uma rosa
E a tarde junto contigo
Se torna mais calorosa
4 Assim você mata o papai
Minha deusa nordestina
Com esta pele macia
Parecendo uma menina
Este corpo tão belo
Foi feito pela mão divina
5 Assim você mata o papai
Nas praias do litoral
E os homens tudo gritando
Eita que corpo legal
E velho de 80 anos
Já começa passar mal
6 Assim você mata o papai
Brilhando nas avenidas
E eu seguindo os seus passos
Por toda a nossas vida
E as mulheres ciumenta
Te chama de oferecida
7 Assim você mata o papai
Minha deusa encantada
Minha esposa, minha amiga
Minha eterna namorada
Parece a estrela dávi
Que brilha nas madrugadas
8 Assim você mata o papai
Minha gata brasileira
Este andar provocante
Já tornou-se brincadeira
E vive mexendo com os homens
Que mora nesta ribeira
9 Assim você mata o papai
De mim não tem compaixão
Quer que eu ponha uma aliança
Em uma de suas mãos
E me levar a igreja
Para o padre dar a benção
10 Assim você mata o papai
Muito tem me provocado
Brinca com os meus cabelos desbotados
E não sei o que fazer
Estou ficando revoltado
quarta-feira, 27 de junho de 2012
O que Deus faz e o diabo destrói
1 Deus fez o casamento
Também fez a união
O diabo fez o divórcio
Junto com a separação
E o diabo fez o pecado
E Deus fez o perdão
2 Deus fez o progresso
Pra este mundo avançado
E o diabo fez a cardeneta
E depois veio o fiado
Deus fez a floresta
E o diabo fez o machado
3 Deus criou os pássaros
Para viver na campina
E o diabo fez a maconha
Em seguida a eroína
Deus fez a igreja
E o diabo a cocaína
4 Deus criou o ser humano
Trazendo a sua aparência
E o diabo criou a guerra
Trazendo a violência
E Deus fez a saúde
E o diabo a doença
5 Deus fez a juventude
E o diabo fez a velhice
deus fez a inteligencia
E o diabo fez a burrice
Deus criou o cabelo
E o diabo a calvice
6 Deus criou o tempo
Para orar o tempo inteiro
E o diabo fez o cassino
A onde perde o dinheiro
E Deus criou a paz
E o diabo o desespero
7 Deus fez a terra e o ar
E água do oceano
O diabo fez as drogas
Vem crescendo a cada ano
E o diabo fez a miséria
E Deus proteje o ser humano
8 Deus fez o sol e a lua
Pra brilhar no infinito
E o diabo só faz bobeira
E tenta ganhar no grito
E o que ele faz é horrivel
E o que Deus faz é bonito
Também fez a união
O diabo fez o divórcio
Junto com a separação
E o diabo fez o pecado
E Deus fez o perdão
2 Deus fez o progresso
Pra este mundo avançado
E o diabo fez a cardeneta
E depois veio o fiado
Deus fez a floresta
E o diabo fez o machado
3 Deus criou os pássaros
Para viver na campina
E o diabo fez a maconha
Em seguida a eroína
Deus fez a igreja
E o diabo a cocaína
4 Deus criou o ser humano
Trazendo a sua aparência
E o diabo criou a guerra
Trazendo a violência
E Deus fez a saúde
E o diabo a doença
5 Deus fez a juventude
E o diabo fez a velhice
deus fez a inteligencia
E o diabo fez a burrice
Deus criou o cabelo
E o diabo a calvice
6 Deus criou o tempo
Para orar o tempo inteiro
E o diabo fez o cassino
A onde perde o dinheiro
E Deus criou a paz
E o diabo o desespero
7 Deus fez a terra e o ar
E água do oceano
O diabo fez as drogas
Vem crescendo a cada ano
E o diabo fez a miséria
E Deus proteje o ser humano
8 Deus fez o sol e a lua
Pra brilhar no infinito
E o diabo só faz bobeira
E tenta ganhar no grito
E o que ele faz é horrivel
E o que Deus faz é bonito
A tecnologia
1 Chegou a tecnologia
Para o bem de toda a nação
Metrô anda debaixo do chão
Desce gente e sobe gente
Em todas as estação
2 Chegou a tecnologia
A têndencia é melhorar
As ruas estão lotadas
Com os carros popular
Com telefone sem fio
E veio agora o celular
3 Chegou a tecnologia
Para ajudar o ser humano
Temos várias faculdades
E os seus projetos criando
E já estão tirando petróleo
No fundo do oceano
4 Chegou a tecnologia
Como todo mundo diz
Ficaram o computador
E eu me sinto muito feliz
Meus trabalhos sendo lindo
A média de 10 país
5 Chegou a tecnologia
Para ajudar a região
Fizeram o rádio de pilha
E depois a televisão
depois o Santo Dumond
Iventou o avião
6 Chegou a tecnologia
E me chama ,uita a atenção
Nos grandes hospitais
Tem varios cirurgião
Já estão fazendo transplante
De fígado e coração
7 Chegou a tecnologia
È bom que o povo aproveita
Fabrica avião
Existi uma caixa preta
Já estão fazendo cronagem
E menino de proveta
8 Chegou a tecnologia
Vê se você não confunda
Navio parece um prédio
Anda nas águas profunda
Com milhares de pessoas
E o danado não afunda
Para o bem de toda a nação
Metrô anda debaixo do chão
Desce gente e sobe gente
Em todas as estação
2 Chegou a tecnologia
A têndencia é melhorar
As ruas estão lotadas
Com os carros popular
Com telefone sem fio
E veio agora o celular
3 Chegou a tecnologia
Para ajudar o ser humano
Temos várias faculdades
E os seus projetos criando
E já estão tirando petróleo
No fundo do oceano
4 Chegou a tecnologia
Como todo mundo diz
Ficaram o computador
E eu me sinto muito feliz
Meus trabalhos sendo lindo
A média de 10 país
5 Chegou a tecnologia
Para ajudar a região
Fizeram o rádio de pilha
E depois a televisão
depois o Santo Dumond
Iventou o avião
6 Chegou a tecnologia
E me chama ,uita a atenção
Nos grandes hospitais
Tem varios cirurgião
Já estão fazendo transplante
De fígado e coração
7 Chegou a tecnologia
È bom que o povo aproveita
Fabrica avião
Existi uma caixa preta
Já estão fazendo cronagem
E menino de proveta
8 Chegou a tecnologia
Vê se você não confunda
Navio parece um prédio
Anda nas águas profunda
Com milhares de pessoas
E o danado não afunda
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Luzinete
1 Fui no centro da cidade
Doeu meu coração
Com uma menina mal trapilho e de pé no chão
Me pediu uma moeda
E contou a situação
2 Eu não conheci meu pai
E minha mãe é falecida
Viciada em droga
Se afundou na bebida
Morreu e me deixou na rua
E esta é minha vida
3 Chamava de Luzinete
O nome desta criança
Foi deixada na rua
No começo da infância
Não tem casa e nem escola
O minimo de esparança
4 Seu pai é desconhecido
Tem esta vida sofrida
Só tem o carinho da lua
Nesta rua sem saída
Eu durmo e vivo sonhando
Com a minha mamãe querida
5 Seus olhos só tem tristeza
E muita nescessidade
Comendo resto do lixo
Sem nenhuma qualidade
E quando fala da mãe
Ainda chora de saudade
¨6 As vezes eu peço a Deus
Uma casa pra morar
O carinho dos meus pais
E cama pra descançar
Viver com dignidade
Com direito de estudar
7 Ela chorava e dizia
Eu confesso para o senhor
Que esta vida difícil
Pra mim é o maior horror
Tem gente que tem de tudo
E não consegue dar valor
8 De ter uma vida digna
Isto está bem distante
Político só pensa em si
E ignora o semelhante
Eu só tenho grito da polícia
E os esc arro dos passante
9 Quando é dia das crianças
Nunca ganhou um presente
Devido o grande despreso
Estragado todos os dentes
Ela disse assim seu moço
Eu já sofri o suficiente
10 Devido o mal trato
As vezes a matéria gela
Crianças vive feliz
Entrando em uma janela
Fiquei de coração partido
E nunca mais eu me encontrei com ela
Doeu meu coração
Com uma menina mal trapilho e de pé no chão
Me pediu uma moeda
E contou a situação
2 Eu não conheci meu pai
E minha mãe é falecida
Viciada em droga
Se afundou na bebida
Morreu e me deixou na rua
E esta é minha vida
3 Chamava de Luzinete
O nome desta criança
Foi deixada na rua
No começo da infância
Não tem casa e nem escola
O minimo de esparança
4 Seu pai é desconhecido
Tem esta vida sofrida
Só tem o carinho da lua
Nesta rua sem saída
Eu durmo e vivo sonhando
Com a minha mamãe querida
5 Seus olhos só tem tristeza
E muita nescessidade
Comendo resto do lixo
Sem nenhuma qualidade
E quando fala da mãe
Ainda chora de saudade
¨6 As vezes eu peço a Deus
Uma casa pra morar
O carinho dos meus pais
E cama pra descançar
Viver com dignidade
Com direito de estudar
7 Ela chorava e dizia
Eu confesso para o senhor
Que esta vida difícil
Pra mim é o maior horror
Tem gente que tem de tudo
E não consegue dar valor
8 De ter uma vida digna
Isto está bem distante
Político só pensa em si
E ignora o semelhante
Eu só tenho grito da polícia
E os esc arro dos passante
9 Quando é dia das crianças
Nunca ganhou um presente
Devido o grande despreso
Estragado todos os dentes
Ela disse assim seu moço
Eu já sofri o suficiente
10 Devido o mal trato
As vezes a matéria gela
Crianças vive feliz
Entrando em uma janela
Fiquei de coração partido
E nunca mais eu me encontrei com ela
Se vendesse a mocidade
1 Se vendesse a mocidade
Eu compraria com certeza
Eu ouvi os passos
E passear na natureza
E curtir o ano inteiro
As praias de fortaleza
2 Se vendesse a mocidade
Eu comprava com razão
Usava talão de cheque
Ou meu próprio cartão
Ou comprava no carnê
Dividindo em prestação
3 Se vendesse a mocidade
Com certeza eu iiria comprar
E eu me tornava jovem
E a velhice ia espantar
Financia em vários anos
Como as casas popular
4 Se vendesse a mocidade
Eu comprava no momento
Voltava aos 18 anos
Com todo conhecimento
E esta transformação
Vinha com a foça do vento
5 Se vendesse a mocidade
Em algumas lojas do centro
Eu pagava em vários anos
Igual um apartamento
Jurava fidelidade
Como em qualquer casamento
6 Se vendesse a mocidade
Eu fazia um sacríficio
Eu pegaria a vlhice
E nela dava um sumiço
E a doença e a velhice
Eu jogava no lixo
7 Se vendesse a mocidade
Eu comprava na internet
Eu ficava novinho em folha
Eu ia pintar o sete
Ia lá na rede globo
Conhecer as empreguetes
8 Se vendesse a mocidade
Eu comprava com louvor
Investir uma grana
Nesta fonte de valor
Só assim tinha um retorno
De um homem tabalhador
9 Se vendesse a mocidade
Comprava sem pensar nada
Ia jogar futebol
Junto com a criançada
E assistir as empreguetes
Eita moças animada
10 Se vendesse a mocidade
A fila seria imenssa
Pra chegar ao vendedor
Exigia paciência
Depois dela comprada
Já tinha a recompensa
Eu compraria com certeza
Eu ouvi os passos
E passear na natureza
E curtir o ano inteiro
As praias de fortaleza
2 Se vendesse a mocidade
Eu comprava com razão
Usava talão de cheque
Ou meu próprio cartão
Ou comprava no carnê
Dividindo em prestação
3 Se vendesse a mocidade
Com certeza eu iiria comprar
E eu me tornava jovem
E a velhice ia espantar
Financia em vários anos
Como as casas popular
4 Se vendesse a mocidade
Eu comprava no momento
Voltava aos 18 anos
Com todo conhecimento
E esta transformação
Vinha com a foça do vento
5 Se vendesse a mocidade
Em algumas lojas do centro
Eu pagava em vários anos
Igual um apartamento
Jurava fidelidade
Como em qualquer casamento
6 Se vendesse a mocidade
Eu fazia um sacríficio
Eu pegaria a vlhice
E nela dava um sumiço
E a doença e a velhice
Eu jogava no lixo
7 Se vendesse a mocidade
Eu comprava na internet
Eu ficava novinho em folha
Eu ia pintar o sete
Ia lá na rede globo
Conhecer as empreguetes
8 Se vendesse a mocidade
Eu comprava com louvor
Investir uma grana
Nesta fonte de valor
Só assim tinha um retorno
De um homem tabalhador
9 Se vendesse a mocidade
Comprava sem pensar nada
Ia jogar futebol
Junto com a criançada
E assistir as empreguetes
Eita moças animada
10 Se vendesse a mocidade
A fila seria imenssa
Pra chegar ao vendedor
Exigia paciência
Depois dela comprada
Já tinha a recompensa
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Gabriela
1 Gabriela uma mulher
Surgiu na televisão
Sua pele bronzeada
Rebentando coração
E lá na terra baiana
Com a sua aceitação
2 Está história foi escrita
Pelo escritor Jorge Amado
Um livro todo curioso
Por ele foi programado
E os leitores brasileiros
Muito tem admirado
3 Gabriela tem uma cena
Que ela sobe no telhado
Pra recolher animal
Que estava desesperado
E os homens da bahia
Fica tudo apaixonado
4 Jorge Amado é nordestino
Um bahiano de verdade
Pegou caneta e papel
E mostrou suas qualidades
Seu trabalho é divulgado
Em todas as faculdades
5 Gabriela demonstrava
Como era o seu papel
O seu cabelo tão lindo
Comprido como o véu
E deixava apaixonado
Fazendeiro é coronel
6 Com uma flor no cabelo
Para chamar a atenção
E se banhando no lago
Com as suas próprias mãos
E deixa desconcertado
Os homens da região
Surgiu na televisão
Sua pele bronzeada
Rebentando coração
E lá na terra baiana
Com a sua aceitação
2 Está história foi escrita
Pelo escritor Jorge Amado
Um livro todo curioso
Por ele foi programado
E os leitores brasileiros
Muito tem admirado
3 Gabriela tem uma cena
Que ela sobe no telhado
Pra recolher animal
Que estava desesperado
E os homens da bahia
Fica tudo apaixonado
4 Jorge Amado é nordestino
Um bahiano de verdade
Pegou caneta e papel
E mostrou suas qualidades
Seu trabalho é divulgado
Em todas as faculdades
5 Gabriela demonstrava
Como era o seu papel
O seu cabelo tão lindo
Comprido como o véu
E deixava apaixonado
Fazendeiro é coronel
6 Com uma flor no cabelo
Para chamar a atenção
E se banhando no lago
Com as suas próprias mãos
E deixa desconcertado
Os homens da região
Avenida brasil
1 Carminha pegou o filho
E deixou lá no lixão
Foi morar com o pai da Rita
Vivia na traição
E aplica um sete um
E se casou com Tufão
2 Rita foi adotada
Pelo casal da argentina
E ela trocou de nome
Agora se chama Nina
E agora voltou desposta
A se vingar da assassina
3 Mãe Lucinda e o Niro
Continua no lixão
De vez em quando tem uma briga
Devido a situação
E no mundo da reciclagem
Eles defende seu pão
4 Ela vive na mansão
Fingindo ser educada
Namora com Max
Em uma grande palhaçada
Passando Tufão para traz
E ele não sabe de nada
5 Cadim estava feliz
Com a sua vida agitada
Enganou duas esposa
E mais uma namorada
E foi expulso de casa
Com a roupa toda rasgada
E deixou lá no lixão
Foi morar com o pai da Rita
Vivia na traição
E aplica um sete um
E se casou com Tufão
2 Rita foi adotada
Pelo casal da argentina
E ela trocou de nome
Agora se chama Nina
E agora voltou desposta
A se vingar da assassina
3 Mãe Lucinda e o Niro
Continua no lixão
De vez em quando tem uma briga
Devido a situação
E no mundo da reciclagem
Eles defende seu pão
4 Ela vive na mansão
Fingindo ser educada
Namora com Max
Em uma grande palhaçada
Passando Tufão para traz
E ele não sabe de nada
5 Cadim estava feliz
Com a sua vida agitada
Enganou duas esposa
E mais uma namorada
E foi expulso de casa
Com a roupa toda rasgada
terça-feira, 12 de junho de 2012
Chica do fundão e Mané cuia
1 Peguei caneta e papel
Usei a imaginação
Pra falar de uma criatura
Que nasceu lá no sertão
Que hoje ela é conhecida
Como Chica do fundão
2 Tem um mal hálito danado
Que eu não sei como ela aguenta
Os olhos é vermelho
Parece duas pimenta
Nasceu uma berruga imensa
Na ponta da sua venta
3 Além de falar fanhosa é gaga
Não sei o que ela dizia
Tem um caroço nas costas
Parece uma melancia
Essa é a Chica do fundão
Todo o seu dia-a -dia
4 Chica quer se casar
Um marido ela procura
Os homens fica assustado
Com a sua péssima figura
Parece mesmo uma macaca
Com um cordão na cintura
5 Ai surgiu mané Cuia
Um sujeito mal desenhado
Andando de pé no chão
O chapéu todo rasgado
A calça no meio da canela
E a bunda torta pro lado
6 Mané barrigudo
Sujeito muito esquisito
E ele fala berrando
Como se fosse um cabrito
As pernas finas e tortas
Parece mesmo um cambito
7 E aí conheceu Chica
E começaram a namorar
Depois de algum tempo
Resolveram a se casar
O casamento esperado
Por todo desse lugar
8 E o povo reunido
Na hora do casamento
Chegou Chica e mané Cuia
Montado em um jumento
E o padre assustado
Na hora do casamento
9 Depois dos dois
casados
Já deu uma confusão
Os noivos foram se beijar
Como manda a tradição
E a dentadura do dois
Na hora caiu no chão
10 Chica com o vestido branco
Que cubriu o mocotó
Tinha no altar o São Cristão
Também o padre totó
E mané estava de gravata
Igual juda de paletó
Usei a imaginação
Pra falar de uma criatura
Que nasceu lá no sertão
Que hoje ela é conhecida
Como Chica do fundão
2 Tem um mal hálito danado
Que eu não sei como ela aguenta
Os olhos é vermelho
Parece duas pimenta
Nasceu uma berruga imensa
Na ponta da sua venta
3 Além de falar fanhosa é gaga
Não sei o que ela dizia
Tem um caroço nas costas
Parece uma melancia
Essa é a Chica do fundão
Todo o seu dia-a -dia
4 Chica quer se casar
Um marido ela procura
Os homens fica assustado
Com a sua péssima figura
Parece mesmo uma macaca
Com um cordão na cintura
5 Ai surgiu mané Cuia
Um sujeito mal desenhado
Andando de pé no chão
O chapéu todo rasgado
A calça no meio da canela
E a bunda torta pro lado
6 Mané barrigudo
Sujeito muito esquisito
E ele fala berrando
Como se fosse um cabrito
As pernas finas e tortas
Parece mesmo um cambito
7 E aí conheceu Chica
E começaram a namorar
Depois de algum tempo
Resolveram a se casar
O casamento esperado
Por todo desse lugar
8 E o povo reunido
Na hora do casamento
Chegou Chica e mané Cuia
Montado em um jumento
E o padre assustado
Na hora do casamento
9 Depois dos dois
casados
Já deu uma confusão
Os noivos foram se beijar
Como manda a tradição
E a dentadura do dois
Na hora caiu no chão
10 Chica com o vestido branco
Que cubriu o mocotó
Tinha no altar o São Cristão
Também o padre totó
E mané estava de gravata
Igual juda de paletó
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Dias dos namorados
1 Quando eu encontro contigo
Eu sinto uma sensação
Cabeça fica no ar
E força a imaginação
As mãos começa a sua
E sinto os pés alto no chão
2 Quando eu me encontro contigo
Eu te abraço o tempo inteiro
Esqueço os meus compromisso
E deixo de ganhar dinheiro
E quando chega a sua ausência
Eu entro em desespero
3 Quando eu me encontro contigo
Eu não me sinto sozinho
Você abraça e me diz
Venha pra cá meu benzinho
E nossa vida se mistura
Seguindo outros caminho
4 Quando eu me encontro contigo
Eu começo a imaginar
Seguro nas tuas mãos
E não consigo falar
E transmito os sentimentos
Até com simples olhar
5 Quando eu me encontro contigo
Já é o suficiente
Meu corpo se aquece ao seu
Surgindo uma chama quente
Eu agradeço aos anjos
Que você é o meu parente
6 Quando eu me encontro contigo
Nós pegam,os a converssar
O papo vai se estendendo
Não tem hora pra parar
Pra não se incomodado
Eu desligo o celular
7 Quando eu me encontro contigo
Me sinto no paraíso
Você correndo me abraça
Me mostra um lindo sorriso
Eu fico com esta cena
Gravado no meu juízo
8 Quando eu me encontro contigo
Nas festas de São João
Se esquentando na fogueira
Tomando vinho com quentão
E aquelas noites lindas
Com a brisa do sertão
Eu sinto uma sensação
Cabeça fica no ar
E força a imaginação
As mãos começa a sua
E sinto os pés alto no chão
2 Quando eu me encontro contigo
Eu te abraço o tempo inteiro
Esqueço os meus compromisso
E deixo de ganhar dinheiro
E quando chega a sua ausência
Eu entro em desespero
3 Quando eu me encontro contigo
Eu não me sinto sozinho
Você abraça e me diz
Venha pra cá meu benzinho
E nossa vida se mistura
Seguindo outros caminho
4 Quando eu me encontro contigo
Eu começo a imaginar
Seguro nas tuas mãos
E não consigo falar
E transmito os sentimentos
Até com simples olhar
5 Quando eu me encontro contigo
Já é o suficiente
Meu corpo se aquece ao seu
Surgindo uma chama quente
Eu agradeço aos anjos
Que você é o meu parente
6 Quando eu me encontro contigo
Nós pegam,os a converssar
O papo vai se estendendo
Não tem hora pra parar
Pra não se incomodado
Eu desligo o celular
7 Quando eu me encontro contigo
Me sinto no paraíso
Você correndo me abraça
Me mostra um lindo sorriso
Eu fico com esta cena
Gravado no meu juízo
8 Quando eu me encontro contigo
Nas festas de São João
Se esquentando na fogueira
Tomando vinho com quentão
E aquelas noites lindas
Com a brisa do sertão
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