domingo, 1 de dezembro de 2013

A despedida

Dia quartoze  de Dezembro
Fim de uma atividade
Um projeto muito lindo
Que vai nos deixar saudade
A yellowback fecha
E continua a amizade

Dezoito anos e 9 meses
Este projeto durou
Com uma ideia da Cristina
Que  criou com muito amor
Mais para fechar um dia
Isto ela não  programou

Começou na Anita Costa
Com a maior  perfeição
Ao lado do terminal Jabaquara
Uma ótima região
Mudamos para avenida do café
Próximo ao metrô Conceição

Com o fim da Yellowback
Vai doer meu coração
Parou a atividade
E não se faz programação
Desliga o luminoso
E não  faz mais inscrição

A escola funciona
Seis dias por semana
Com Heraldo ,Jaime ,Márcia e Marvi
Eduardo e a professora Eliana
Cida , Raquel e Nascimento
Eita que turma bacana

Na avenida do café
Neste pedaço de chão
Encerra uma atividade
Sabemos qual a razão
Vai nos restar tristeza
Saudade e muita emoção

E fazendo propaganda
E outros investimentos
Com  professores formados
E com bastante talento
E só teve o retorno
Na média de trinta por cento

Cristina tinha um projeto
Com os seus pais e seu irmão
Trabalhou quase 19 anos
Com bastante atenção
Mais o retorno não veio
Fechar foi a solução

Com o fim da Yellowback
Conclui uma liderança
Cada um no seu rumo
Todo cheio de esperança
Secretária e professores
Alunos e segurança


Depois que fechar as portas
Não seria diferente
Cada um com seus projetos
Seguindo a vida em frente
Um abraço a todos
Através dos meus repentes

Autor José Do Nascimento
Nascimento.deda@hotmail.com.br



domingo, 20 de outubro de 2013

A diferença do homem solteiro e o casado

Quando o homem se casa
O problema se apresenta
É igual tomar sorvete
Misturado com pimenta
E tentar se explicar
A uma mulher ciumenta

Quando o homem é solteiro
Se perde na arrumação
Sua casa é bagunçada
Roupa suja pelo chão
A comida e congelada
E dorme sozinho no colchão

Quando o homem se casa
Vem a preocupação
Mulher pedindo dinheiro
Para gastar no salão
E fazendo depilagem
Venha do pé e da mão

Quando o homem é solteiro
Leva  a vida em brincadeira
Sai de casa na sexta
 E volta na segunda – feira
E gasta o seu dinheiro
Com bebida e na zoeira

Quando o homem se casa
Não consigo imaginar
Sai de casa mais cedo
Quando ele vai trabalhar
É mensagem e ligação
Que chega no celular

Quando o homem é solteiro
Vive atrás de carinho
Passando decepção
Que a vida é um espinho
Hoje ele mora com os pais
Ou em casa sozinho

Quando o homem é solteiro
Só pensa em diversão
Gasta todo o seu dinheiro
Não guarda nem um tostão
Usa cheque especial
E ainda estoura o cartão

Quando o homem casa
Já está no pensamento
Mal da para pagar as contas
E compra o mantimento
E começa andar largado
E leva a vida em sofrimento

Quando o homem é solteiro
Ele vive só gastando
Mata aula na escola
Com as meninas namorando
E quando ela fica grávida
A família é aumentando


Na época da ditadura

Na época da ditadura
É este acontecimento
O patrão fica feliz
Com o seu faturamento
E o pobre paga á conta
E fica com o sofrimento

A passagem aumentou
Como a gente imagina
Sobe a taxa do pedágio
O preço da gasolina
E continua o tráfico
De maconha e cocaína

A passagem havia aumentado
De uma maneira diferente
Empresa fica com a grana
E a conta fica com a gente
E eu faço este protesto
Através dos meus repentes

A passagem aumentou
E o pobre esta ralado
Pagando passagem cara
Pegando ônibus lotado
Dono da empresa rico
E o pobre vive quebrado



domingo, 13 de outubro de 2013

Se você a Jesus

Se você serve a Jesus
Jà sai da escuridão
Esse é o caminhão a Deus
Limpa o seu coração
Se  arrepende dos pecados
E de Deus ganha o perdão

Se você serve a Jesus
Abrando o seu coração
Se alguém está com fome
Você divide o pão
E procure ajustar
Se alguém está no chão

Se você serve a Jesus
mude o seu pensamento
E procure ser fiel
Logo após o casamento
Pra viver em harmonia
E não provoca sofrimento

Se você serve a Jesus
Tenha mais tranquilidade
E respeita o seu irmão
E esqueça a falsidade
Pra não termina sozinha
Mergulhão na saudade

Se você serve a Jesus
Demonstre disposição
Não importa ser pastor
Ou padre ou sem cristão
E procure ser feliz
E respeita religião





Eu não quero para mim

Eu não quero para mim
E uma vida sem projetos
Ter que morar em um asilo
Por ter vendido meu teto
Depois dos filhos  criado
Eu ter que criar os netos

Eu não quero para mim
Em um hospital tomando soro
Com um câncer no pulmão
Por ter fumado mallboro
Com a vida disfarçada
E usar peruca de touro

Eu não quero para mim
Ficar desempregado
Ter que viajar de ônibus
Completamente lotado
E um sujeito sem ter carta
Querer meu carro emprestado

Eu não quero para mim
A visita do Ricardão
Viajar para o nordeste
Em cima do caminhão
E na saída da igreja
Receber voz de prisão

Eu não quero para mim
A ganância do dinheiro
Viver dormindo na rua
Despertando o mal cheiro
Para subir na vida
E derrubar o companheiro



A deus dona Graça


Dona Graça se criou 
No estado do ceara  
E depois de alguns anos 
Resolveu a se mudar  
A cidade de são Bernardo 
Ela escolheu para morar 

Na Avenida Bon duque 
Onde ela convivia 
Trabalhava de domestica 
Sentia muita alegria 
Mais tinha uma esperança  
Que novos dias viriam 

E conheceu Zacarias 
E com ele se casou 
Lili Tati e Ivan  
Foram frutos deste amor  
Media de trinta e quatro anos 
O casamento durou 

La na vila galiléia  
Construiu sua moradia 
A sua comadre Nice 
Sua amiga estimada 
E seu compadre Isaias 
E Jessica sua filhada 

Convivia com o marido 
Uma bela união 
Cuidava da sua casa 
Fazendo arrumação 
Tudo o que os filhos queriam 
Ela entregava nas mãos 


Ela cuidava de casa 
Fazendo a arrumação  
Começou a passa mal 
Problema no coração 
No estado de são Paulo 
Fez duas operações 

Retorno para o ceara  
Estado onde ela nasceu 
Cidade de Maranguape 
Seu esposo escolheu 
As duas filhas casada  
Cinco netos apareceu 

Agora em dois mil e treze 
Veja que situação 
Foi usar marca-passo 
E não foi a solução  
O corpo começou inchar 
Por falta de circulação 

Na terceira cirurgia  
Houve uma complicação 
Uma hemorragia interna  
Logo após a operação 
Dona Graça falecia  
Findava sua missão 

Deixando o seu esposo  
E a sua família amada 
Com o convite de deus  
Para ir a ultima morada  
Só restou a lembrança 
Desta pessoa adorada 
 us a dona Graça 

Dona Graça se criou 
No estado do ceara  
E depois de alguns anos 
Resolveu a se mudar  
A cidade de são Bernardo 
Ela escolheu para morar 

Na Avenida Bon duque 
Onde ela convivia 
Trabalhava de domestica 
Sentia muita alegria 
Mais tinha uma esperança  
Que novos dias viriam 

E conheceu Zacarias 
E com ele se casou 
Lili Tati e Ivan  
Foram frutos deste amor  
Media de trinta e quatro anos 
O casamento durou 

La na vila galiléia  
Construiu sua moradia 
A sua comadre Nice 
Sua amiga estimada 
E seu compadre Isaias 
E Jessica sua filhada 

Convivia com o marido 
Uma bela união 
Cuidava da sua casa 
Fazendo arrumação 
Tudo o que os filhos queriam 
Ela entregava nas mãos 


Ela cuidava de casa 
Fazendo a arrumação  
Começou a passa mal 
Problema no coração 
No estado de são Paulo 
Fez duas operações 

Retorno para o ceara  
Estado onde ela nasceu 
Cidade de Maranguape 
Seu esposo escolheu 
As duas filhas casada  
Cinco netos apareceu 

Agora em dois mil e treze 
Veja que situação 
Foi usar marca-passo 
E não foi a solução  
O corpo começou inchar 
Por falta de circulação 

Na terceira cirurgia  
Houve uma complicação 
Uma hemorragia interna  
Logo após a operação 
Dona Graça falecia  
Findava sua missão 

Deixando o seu esposo  
E a sua família amada 
Com o convite de deus  
Para ir a ultima morada  
Só restou a lembrança 
Desta pessoa adorada