sábado, 13 de novembro de 2010

MORTE

A morte é uma assassina
Eu cheguei a conclusão
Vive matando as vitimas
Porque não tem comissão
Ela já levou meu pai
E outro dia meu irmão.

Nos quatro cantos do mundo
Isso pode acontecer
Deveria ter justiça
Para a morte repreender
E as vitimas ficar guardando
O dia que vai morrer

Muitas vitimas do caixão
Que a morte acabou
Já levou a minha tia
Minha vó e meu avô
Deixa criança sem pai
E adulto sem amor

A morte é uma assassina
Que todos conhecem seu nome
Muitos morrendo na pista
Na roça se acaba de fome
e ficam os jovens morrendo
quando o droga consome.

A morte tem seus defeitos
A velhice também tem
A velhice ta na carne
A morte ta no alem
Você fica com a velhice
Enquanto a morte não vem

Eu estava imaginando
Com a morte de casar
Lhe dava uma boa vida
Pra gnt continuar
Quem sabe ela apaixonava
E não tentava lhe matar.

A gnt perde parente
Os doze meses do ano
Nasce gnt morre gnt
E a vida continuando
Que a morte é a única ctz
Para todo o ser humano.

Muita gente se afogando
Em praia rio ou barragem
Mendigo morre na rua
Com sol, chuva e friagem
E com muito ajudante
A morte leva vantagem

Machuca gnt do trem
E bastante no metro
Eu já vi vitima na rua
Que o assaltante matou
E muitos deles enfartando
Que o coração parou

Quando acontece uma batida
De um muro em um caminhão
Quando chega um maluco
Com uma arma na mão
E quando acontece um acidente
Uma queda de um avião


Autor: José do Nascimento

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